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	<title>Nível Superior</title>
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	<description>Centro de Estudos e Formação</description>
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		<title>MÓDULO FINANCIADO DE LÍNGUA INGLESA</title>
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		<pubDate>Sat, 18 May 2019 11:07:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Nivel Superior]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.nivelsuperior.com/web1/copia-de-curso-lingua-inglesa-100h-duplicado/</guid>
		<description><![CDATA[<p>UFCD 0380 – Língua Inglesa – marketing na venda Data de início: 18 junho 2019 Duração: 25 Horas Habilitações mínimas: 12º ano de &#8230;</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<ul class="list-unstyled no-margin-bottom">
<li><b>UFCD 0380 – Língua Inglesa – marketing na venda</b></li>
<li><strong>Data de início</strong>: 18 junho 2019</li>
<li><strong>Duração</strong>: 25 Horas</li>
<li><strong>Habilitações mínimas:</strong> 12º ano de escolaridade</li>
<li><strong>Localização</strong>: Instalações do Nível Superior</li>
</ul>
<p>Falar Inglês é quase uma obrigatoriedade nos dias de hoje, principalmente no mundo do trabalho em que as empresas procuram e valorizam profissionais com conhecimentos de Inglês.</p>
<p>Esta formação financiada é destinada empregados e desempregados não DLD que procuram desenvolver e valorizar os seus conhecimentos de Inglês e será realizada em <strong>horário pós-laboral</strong>  às terças e quintas das <strong>19h00</strong> às <strong>22h30</strong> nas nossas instalações.</p>
<p><strong> REGALIAS:</strong></p>
<p><strong>- Certificado de Formação;</strong></p>
<p><b>- Subsídio de alimentação </b><b>(4,77 euros /sessão)</b></p>
<p><strong>Para validar a sua inscrição, deverá entregar nas n/ instalações os seguintes documentos ou enviá-los para o seguinte e-mail: <em>formacao@nivelsuperior.com </em></strong></p>
<p><strong>DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA:</strong></p>
<p>DESEMPREGADOS:</p>
<p>&#8211; Curriculum Vitae</p>
<p>&#8211; Certificado de habilitações</p>
<p>&#8211; Declaração do centro de emprego</p>
<p>&#8211; NIB</p>
<p>ATIVOS:</p>
<p>-Curriculum vitae</p>
<p>&#8211; Certificado de habilitações</p>
<p>&#8211; Recibo de vencimento (mês anterior ao inicio da formação) – enviar só o cabeçalho (onde consta o nome da empresa e nome do trabalhador) sem valores</p>
<p>&#8211; Declaração de início de atividade (caso seja trabalhador por conta própria)</p>
<p>&#8211; NIB</p>
<p><strong>Não perca esta oportunidade</strong> de valorizar os seus conhecimentos, contacte-nos por e-mail ou telefone (964 425 214 / 228 314 057).</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Curso Língua Inglesa &#8211; 100H</title>
		<link>https://www.nivelsuperior.com/web1/lingua-inglesa-relacoes-laborais-2/</link>
		<comments>https://www.nivelsuperior.com/web1/lingua-inglesa-relacoes-laborais-2/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 09 Apr 2019 10:31:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Nivel Superior]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.nivelsuperior.com/web1/copia-de-lingua-inglesa-relacoes-laborais-duplicado/</guid>
		<description><![CDATA[<p>&#160; Formação Financiada Nova data de início: 6 maio 2019 Duração: 100 Horas Habilitações mínimas: 9º ano de escolaridade Localização:&#160;Instalações &#8230;</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.nivelsuperior.com/web1/wp-content/uploads/2014/02/FORM-ABRIL19.png">&nbsp;</a></p>
<ul class="list-unstyled no-margin-bottom">
<li><strong>Formação Financiada</strong></li>
<li><strong>Nova data de início</strong>: 6 maio 2019</li>
<li><strong>Duração</strong>: 100 Horas</li>
<li><strong>Habilitações mínimas:</strong> 9º ano de escolaridade</li>
<li><strong>Localização</strong>:&nbsp;Instalações do Nível Superior</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Falar Inglês é quase uma obrigatoriedade nos dias de hoje, principalmente no mundo do trabalho em que as empresas procuram e valorizam profissionais com conhecimentos de Inglês.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Esta formação é destinada empregados e desempregados que procuram desenvolver e valorizar os seus conhecimentos de Inglês e será realizada em <strong>horário laboral</strong> das <strong>09h00</strong> às <strong>13h00</strong> nas nossas instalações.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><style> #button9903{} #button9903:hover{}</style><a target="_self" id="button9903" class="button " href="#"> Inscreva-se aqui! </a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Não perca esta oportunidade</strong> de valorizar os seus conhecimentos, contacte-nos por e-mail ou telefone (964 425 214 / 228 314 057).</p>
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		</item>
		<item>
		<title>A Universidade do Porto é a melhor instituição de ensino superior em Portugal</title>
		<link>https://www.nivelsuperior.com/web1/ranking-mundial-universidade-do-porto-melhor-instituicao-ensino-superior-portugal/</link>
		<comments>https://www.nivelsuperior.com/web1/ranking-mundial-universidade-do-porto-melhor-instituicao-ensino-superior-portugal/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 08 Jun 2017 10:25:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Nivel Superior]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A distinção é do QS World University Ranking 2018. O ranking avalia o desempenho de mais de 3.500 instituições de &#8230;</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span class="large fw-500">A distinção é do QS World University Ranking 2018. O ranking avalia o desempenho de mais de 3.500 instituições de todo o mundo.</span> </strong></p>
<p>A Universidade do Porto ficou no 301.º lugar no QS World University Rankings, num ranking internacional de ensino superior, subindo 22 posições em relação a 2016 e obtendo o melhor lugar em Portugal.</p>
<p>“A Universidade do Porto acaba de ser distinguida pelo QS World University Ranking 2018 como a melhor instituição de ensino superior em Portugal” e sobe “22 lugares face ao ano anterior”, conquistando o “301.º lugar entre as melhores universidades do mundo”, lê-se num comunicado de imprensa da Universidade do Porto (U.Porto).</p>
<p>Este é o quinto ano consecutivo em que a U.Porto lidera as instituições portuguesas de Ensino Superior no QS World University Rankings e dois dos indicadores avaliados em que se destaca são a “reputação académica”, posicionando-se no 220.º lugar entre as mais de 3.500 instituições de todo o mundo, e a “reputação entre os empregadores”, ficando no 238.º lugar.</p>
<p>“Numa avaliação ao contexto global, a Universidade do Porto contabiliza um total de 107.859 citações, equivalente ao dobro da média global. Relativamente às áreas de estudo onde estes números são mais relevantes, o maior destaque vai para as ciências da vida e medicina, seguindo-se as ciências naturais e engenharia e tecnologia”, refere a U.Porto.</p>
<p>No QS World University Rankings de 2016, a qualidade da produção científica e a reputação entre as instituições internacionais foram os indicadores onde a Universidade do Porto obteve melhor classificação, ficando na 200.ª posição mundial no que toca a Citações por Docentes e no 238.º posto em Reputação Académica.</p>
<p>O ranking das universidades a nível mundial, cuja consultora é a britânica Quacquarelli Symonds (QS), avalia o desempenho de mais de 3.500 instituições de todo o mundo, tendo em conta seis indicadores, designadamente a reputação académica, a reputação entre empregadores, a relação entre corpo docente e estudantes, as citações por docentes, os estudantes internacionais e os docentes internacionais.</p>
<p>Para a análise desta edição responderam 75 mil académicos e mais de 40 mil empregadores.</p>
<p>Fonte: Rádio Renascença</p>
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		<item>
		<title>Protocolo de Parceria entre NÍVEL SUPERIOR e AEFEP</title>
		<link>https://www.nivelsuperior.com/web1/protocolo-parceria-nivel-superior-aefep/</link>
		<comments>https://www.nivelsuperior.com/web1/protocolo-parceria-nivel-superior-aefep/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 17 Jan 2017 15:24:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Nivel Superior]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A AEFEP e o Nível Superior. A qualidade de ensino é a nossa aposta! O NÍVEL SUPERIOR e a AEFEP &#8230;</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h2 class="lead"><strong>A AEFEP e o Nível Superior. A qualidade de ensino é a nossa aposta!</strong></h2>
<section id="content">
<article>
<div>
<section id="corpo"><span style="margin: 0px; color: #222222; font-family: 'Arial',sans-serif; font-size: 10.5pt;">O NÍVEL SUPERIOR e a AEFEP – Associação de Estudantes da Faculdade de Economia celebraram um protocolo de colaboração no dia 13 de Janeiro 2017.</span></section>
<section><span style="margin: 0px; color: #222222; font-family: 'Arial',sans-serif; font-size: 10.5pt;">O presente Protocolo pretende, através do proveito recíproco das potencialidades e complementaridade de atividades de ambas as instituições, conceber e desenvolver iniciativas conjuntas, que contribuam para o incremento do sucesso escolar nas mais diversas disciplinas da universidade. </span></section>
<section><span style="margin: 0px; color: #222222; font-family: 'Arial',sans-serif; font-size: 10.5pt;">Para o efeito, o NÍVEL SUPERIOR oferece um leque de campanhas especiais (descontos) para os alunos portadores do cartão “U! by AEFEP” e do cartão “Host me Card”.</span></section>
<section>É com orgulho que o NÍVEL SUPERIOR celebra este protocolo com mais uma associação de estudantes que reconhece a n/ qualidade no apoio ao ensino, nomeadamente em explicações (individuais ou em grupo) e ainda no apoio/orientação em trabalho académicos.</section>
<section>A Direção Pedagógica<span style="margin: 0px; color: #222222; font-family: 'Arial',sans-serif; font-size: 10.5pt;"> </span></p>
</section>
</div>
</article>
</section>
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		</item>
		<item>
		<title>Ensino Superior: número de alunos a subir desde 2012</title>
		<link>https://www.nivelsuperior.com/web1/ensino-superior-numero-de-alunos-a-subir-desde-2012/</link>
		<comments>https://www.nivelsuperior.com/web1/ensino-superior-numero-de-alunos-a-subir-desde-2012/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 29 Sep 2016 10:01:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Nivel Superior]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.nivelsuperior.com/web1/?p=3390</guid>
		<description><![CDATA[<p>Este ano há quase cinco mil alunos que entraram na licenciatura e não se matricularam. Reitores apontam várias causas para &#8230;</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h2 class="lead"><strong>Este ano há quase cinco mil alunos que entraram na licenciatura e não se matricularam. Reitores apontam várias causas para esta tendência.</strong></h2>
<section id="content">
<article>
<div>
<section id="corpo">Há cada vez mais alunos a entrar numa universidade ou politécnico público mas que acabam por não se matricular no curso onde foram colocados – uma tendência que, segundo os dados oficiais divulgados pelo Ministério do Ensino Superior, tem vindo a subir consecutivamente, pelo menos, desde 2012.</p>
<p>Segundo os resultados da 2.a fase do concurso nacional de acesso ao superior, hoje divulgados, este ano foram quase cinco mil (4836) os estudantes que, na primeira fase de acesso ao superior, foram colocados numa licenciatura, mas que desistiram de se matricular – mais 137 face ao ano passado.</p>
<p>Os reitores e os presidentes dos politécnicos ouvidos pelo i apontam várias razões para esta tendência. Desde já, há alunos que, apesar de serem colocados no ensino superior em Portugal, acabam por optar por ir para uma universidade no estrangeiro, desistindo da universidade ou politécnico onde foram colocados em Portugal.</p>
<p>Outra razão apontada pelos reitores passa pelo curso em que os alunos são colocados. Apenas 50% dos estudantes que entraram na 1.a fase do concurso de acesso ao superior entram no curso que querem. “Percebendo que restam vagas em cursos que preferem, optam por não se matricular e concorrer na 2.a fase”, aponta ao i o presidente do Conselho de Reitores (CRUP), António Cunha.</p>
<p>Há ainda casos de estudantes que, acrescenta António Cunha, não se matriculam para “tentarem aproximar-se de casa”. No entanto, esta tendência deverá ser mais significativa entre os politécnicos, já que entre as universidades estas alterações “não são significativas”, remata o presidente do CRUP.</p>
<p>Para os politécnicos, a desistência dos alunos das matrículas nos cursos resulta do “desfasamento acentuado” entre o número de candidatos e o número de vagas. “Há muito mais vagas disponíveis do que candidatos ao ensino superior. Há alunos que percebem que acabam por conseguir entrar no curso que querem na 2.a fase”, explica ao i o presidente do Conselho Coordenador dos Politécnicos (CCISP), Joaquim Mourato.</p>
<p>Questionado pelo i, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (MCTES) diz apenas que “a decisão dos estudantes colocados de não procederem à matrícula é uma decisão pessoal”.</p>
<p><strong>Mais 167 colocados face a 2015</strong> “Este ano assistimos também a um aumento significativo de matrículas no ensino superior, em valores que não tínhamos desde 2010”, disse o primeiro-ministro. No entanto, a par do que aconteceu na 1.a fase do concurso de acesso – quando entraram apenas mais 890 alunos face ao ano passado –, também quando comparados os resultados da 2ª fase se verifica que o “aumento significativo” de alunos se fica pelos 167 estudantes.<br /> Os resultados divulgados pela tutela de Manuel Heitor mostram que foram colocados na 2.a fase do concurso 9577 estudantes. No ano passado foram 9410 os alunos que, na mesma altura, entraram para uma universidade ou politécnico.</p>
<p>O “aumento significativo” de que António Costa fala deu-se, sim, entre 2014 e 2015, quando houve mais 4290 estudantes que entraram na 1.a fase do concurso, e também na 2.a fase entraram mais 808 alunos.</p>
<p>Houve 19 413 estudantes que se candidataram nesta fase do concurso –mais 1163 face a 2015.</p>
<p>Ficaram por preencher 5166 vagas que vão ficar disponíveis para a última fase do concurso nacional de acesso, que arranca entre 6 e 10 de outubro.</p>
<p>Os cursos de Engenharia foram os que ficaram com mais vagas por preencher. Cerca de 25% (1317) das 5166 vagas que não colocaram qualquer aluno são de licenciaturas das engenharias. Seguem-se os cursos de ciências empresariais, com 635 vagas vazias, e as artes, com 469 lugares disponíveis.</p>
<p>Os dados do MCTES revelam que, apesar do aumento do número de candidatos nesta fase, faltam ainda colocar 25 715 estudantes durante a 3.a e última fase do concurso nacional e os regimes especiais para que o governo atinja a estimativa de ter este ano 78 250 estudantes nas universidades e politécnicos públicos.</p>
</section>
</div>
</article>
<div id="tags">Fonte: Sapo.pt</div>
</section>
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		<item>
		<title>Os melhores alunos contam os segredos do sucesso escolar</title>
		<link>https://www.nivelsuperior.com/web1/isep-challenge-2016-2/</link>
		<comments>https://www.nivelsuperior.com/web1/isep-challenge-2016-2/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 20 Sep 2016 16:59:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Nivel Superior]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Conheça métodos para cada idade e veja as dicas para os pais. Isto de ser “bom aluno” tem que se &#8230;</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h2 class="lead">Conheça métodos para cada idade e veja as dicas para os pais.</h2>
<p>Isto de ser “bom aluno” tem que se lhe diga. É ser bem-comportado, aprender a fazer e ter sucesso académico? E se for um “bom rebelde”, como no filme que juntou os atores Robin Williams e Matt Damon? Também pode ser um “bom aluno”? A resposta é sim. Basta ter condições para experimentar sem medo de falhar ou de ser deixado para trás. <a href="http://visao.sapo.pt/autores/2015-10-22-Clara-Soares">CLARA SOARES</a> (Jornalista e Psicóloga)</p>
<div class="articleContent">
<p>Aprender a aprender, que resulta em boas notas, implica motivação, método e diversão, as bases para as crianças crescerem felizes. Por isso importa que, desde cedo, os adultos lhes passem a mensagem de que confiam nelas, de que estão lá para as ouvir, compreender e orientar. Isto aplica-se a pais e professores e é particularmente decisivo quando a “retaguarda familiar é menos favorecida, caso em que não podemos deixar os miúdos pelo caminho”.</p>
<p>(&#8230;)</p>
<h2><strong>ATENÇÃO, ROTINAS E DIVERSÃO</strong></h2>
<p>O ano letivo começa melhor se o cérebro estiver em forma. O que a ciência diz: só aos 25 anos é que o seu desenvolvimento fica concluído. O que fazer até lá: definir horários para as refeições, beber água fora delas e reduzir a comida “de plástico” ao mínimo e criar rotinas. O tempo de descanso e a hora de ir para a cama são as mais difíceis de cumprir, e os efeitos secundários não ajudam.</p>
<p>“A privação de sono traduz-se em excesso de cortisol e excitação, que se confunde com hiperatividade”, adverte a psicóloga e coach parental Cristina Valente. A autora do livro O Que Se Passa Na Cabeça Do Meu Filho (Manuscrito, 285 págs., €14,90) explica ainda porque é que os gadgets devem ficar fora do quarto.</p>
<p>Outro cavalo de batalha é a concentração, ou a falta dela, que aflige tantos pais no regresso às aulas. Filho, Presta Atenção! (Companhia das Letras, 170 págs., €12,50), que a psicóloga de desenvolvimento Ana Manta escreveu, inspirada no mais novo dos seus três filhos, apresenta sugestões e atividades divertidas para fazer em casa e “integrar emoções e sensações através dos cinco sentidos”. O terceiro ano é a altura ideal para cultivar a planificação do estudo, mas com bom senso: “Digo aos pais que o objetivo não tem de ser o ‘muito bom’ a tudo; ter ‘suficiente’ numa disciplina chega para um filho se sentir bem e confiante.”</p>
<h2><strong>MÉTODO E CONSCIÊNCIA EMOCIONAL</strong></h2>
<p>Estar nas aulas como um zombie, depois de estudar horas a fio. Decorar matéria sem perceber como se aplica à vida prática. Faltar a aulas e trabalhos de grupo por causa das noitadas. Organizar-se só na véspera dos testes. Fórmulas que não funcionam por razões óbvias. Menos óbvio é o papel das competências emocionais e sociais. Mas, quanto mais conscientes delas, maior a garantia de sucesso escolar.</p>
<p>(&#8230;)</p>
<p>Os bons alunos sabem isto. Aos 22 anos, Catarina Correia foi a melhor aluna da Universidade de Aveiro (média de 19 valores no curso de bioquímica), e deveu-o ao equilíbrio entre esforço e lazer: “Ia às aulas, organizava cadernos de matéria por disciplina e condensava os dados de várias fontes, mas há que saber descansar; sempre convivi com amigos e tive atividades fora das aulas.” Para outros, a autonomia é a chave do sucesso. “A partir do 7º ano tornei-me mais independente, pois a minha mãe responsabilizou-me pelos meus estudos”, afirma João Fonseca. Aos 18 anos, conhece bem o seu método – “de manhã estudava duas disciplinas, à tarde, outras duas, sempre sozinho” – o que lhe valeu ter 20 a todas as disciplinas em ciência e tecnologia (menos um valor a Educação Física) na secundária Dr. António Granjo, em Chaves. Por fim, as fases de transição são o teste da verdade. Que o diga Filipa Martins, 25 anos, que saiu com a nota mais alta das três escolas do Norte e entrou em medicina com média de 19,6: “Quando se passa do liceu para o ensino superior é um choque: o volume de matéria aumenta imenso; percebi que era impossível saber tudo e aprendi a selecionar.”</p>
<h1><strong>Dicas para os pais</strong></h1>
<p>A primeira vez que a criança vai para a creche ou para a escola nova não precisa de ser vivida com um “ai que se me parte o coração”. Ninguém melhor do que os filhos para captar e espelhar as emoções dos pais: quanto mais ansiosos eles estiverem, pior. O que fazer? Encare a compra e organização do material escolar como uma oportunidade para partilhar atividades e criar memórias futuras do início do ano letivo. As rotinas familiares continuam a existir, mas com ajustes: a roupa e a mochila preparadas de véspera, seguidas de um momento de descontração antes de dormir, permitem um despertar tranquilo e tempo para um pequeno-almoço ou viagem até à escola sem pressas. Durante a semana, é possível conciliar o tempo dedicado às tarefas escolares, em local próprio e com gadgets em modo silencioso, com lutas de almofadas e brincadeiras parecidas. O corpo agradece e a cabeça também, já que estar parado e em posturas incorretas cria tensão e mal-estar físico, com impacto nas funções cerebrais e no humor. Reserve alguns minutos do dia para desfrutar das interações com a prole, que dá muito valor à atenção dos crescidos, esses seres imperfeitos que os amam. E provam-no quando dizem “sim” e “não” sem vacilar e estão lá para ajudá-los a crescer, a serem crianças felizes e alunos saudáveis.</p>
<h1><strong>Métodos para cada idade</strong></h1>
<p><strong>0 – 3 anos</strong> Constroem-se os grandes pilares da aprendizagem. Treino das capacidades psicomotoras, sociais e afetivas. Os neurónios mais usados mantêm-se, os outros desaparecem. Recomenda-se brincadeiras que permitam interagir, explorar os cinco sentidos e proporcionar prazer. As birras não devem ser levadas a peito pelos pais e o tempo de sono deve durar entre 11 e 14 horas.</p>
<p><strong>3 – 7 anos</strong> Aprendem através do exemplo, por imitação e repetição, que fortalecem redes neuronais e o treino da linguagem e dos hábitos de estudo. Precisam de dormir entre 7 e 12 horas e de ter brincadeiras não estruturadas. A linguagem e a memória consolidam-se com hábitos de estudo e planificação: ambiente tranquilo, sala própria e material arrumado, tempo para os TPC. A personalidade começa a ganhar forma e a aposta recai nas tarefas e jogos que exijam paciência, controlo dos impulsos e capacidade de lidar com emoções básicas (medo, raiva, tristeza, surpresa, nojo, felicidade).</p>
<p><strong>7 – 12 anos</strong> Aprendizagem das operações complexas (lógicas) e controlo de sentimentos. Investimento na organização do tempo e método; tirar notas nas aulas, 10 minutos de pausa por cada hora de trabalho em casa, mapas conceptuais, ler em voz alta, usar exemplos práticos, intercalados com tempos livres e atividades em grupo. Tempo de sono recomendado deve durar 9 a 11 horas. Mudanças hormonais da puberdade e treino das emoções secundárias (empatia, desgosto, frustração). Testam-se limites e consequências (responsabilidade) e dá-se início à gestão do dinheiro de bolso, saídas fora da escola e outras tarefas (TPC, arrumar o quarto, passear o cão). Erros de comportamento devem ser corrigidos à medida que surgem, sem excesso de autoridade – nem de permissividade.</p>
<p><strong>12 – 15 anos</strong> Pensamento abstrato permite construir hipóteses e fazer planos a longo prazo. O despertar da sexualidade e das emoções complexas surge a par da experimentação e do aumento das distrações. Vale a pena apostar em atividades que promovam a resistência à frustração. O cérebro precisa de 10 horas diárias de sono e pausas frequentes dos estímulos luminosos (gadgets e afins). A influência dos pais é essencial, sobretudo na aceitação de pontos de vista discordantes e na atribuição de autonomia ao adolescente.</p>
<p><strong>16 – 25 anos </strong>Cérebro mais apto a identificar erros e consolidar matérias, na interação com colegas. Recomenda-se 7 a 9 horas de sono. Pressão para o sucesso gera ansiedade, que pode reduzir-se se existir um plano de vida e exposição a experiências de contacto com diferentes caminhos possíveis.<br />
<em>Fontes: Orientações internacionais e conversa com o neuropsicólogo Fernando Rodrigues e a coach parental Cristina Valente</em></p>
<h1><strong>Atividades extracurriculares: a mais ou a menos?</strong></h1>
<p>“Vai agora ou só quando já puder ir sozinho?”; “Deve continuar na música depois de ter más notas e arriscar-se a chumbar outra vez?”; “Ela quer fazer ioga. mas nós achamos que é melhor o karaté”. Pois. O tema constitui uma dor de cabeça para muitas famílias, mas a solução está no problema. E há alguns passos que pode seguir:</p>
<p><strong>- Observe a criança e perceba se ela tem uma parte do dia livre de regras. A criatividade manifesta-se nesses “espaços vazios”. Só depois deve ponderar atividades estruturadas. </strong><br />
&#8211; Identifique os talentos dos filhos e o que os motiva (estar com meninos com interesses parecidos fora da escola, praticar um desporto em que se sentem confiantes, etc).<br />
<strong>- Se tem filhos adolescentes que querem desenvolver mestria numa área sem prejuízo das responsabilidades escolares, encare a opção como uma mais-valia para a identidade e um meio de prevenir comportamentos de risco.</strong><br />
&#8211; Respeite as preferências deles (que hoje o são, mas amanhã talvez não) sem deixar que as suas interfiram no caminho e, pior, que a atividade se torne em mais uma fonte de stresse ou de pressão para o sucesso.<br />
<strong>- Lembre-se que a ideia é divertirem-se e treinarem capacidades que podem conduzir a novas amizades e papéis sociais e profissionais.</strong></p>
<p>Fonte: Visão.pt</p>
</div>
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		<title>Medicina destronada do topo das notas mais altas. Veja as listas completas</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Sep 2016 13:25:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Nivel Superior]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Pela primeira vez, em muitos anos de concursos de acesso, as médias mais altas são de cursos de engenharia do &#8230;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p id="weborama_beacon" class="t-article-content-intro-1 selectionShareable"><b>Pela primeira vez, em muitos anos de concursos de acesso, as médias mais altas são de cursos de engenharia do Técnico.</b></p>
<div id="weborama_container"></div>
<p class="selectionShareable">A tradição diz que a &#8220;competição&#8221; particular para se saber qual é o curso com nota do último mais colocado mais elevada é disputada exclusivamente entre as ofertas de Medicina, com a Universidade do Porto a superiorizar-se às concorrentes nos últimos anos. Mas desta vez o protagonismo vai para as engenharias do Instituto Superior Técnico, da Universidade de Lisboa.</p>
<p class="selectionShareable">De acordo com <a href="http://www.dn.pt/DNMultimedia/DOCS+PDFS/Concurso%20Nacional%20de%20Acesso.pdf" target="_blank">as listas de colocados da 1.ª fase de acesso ao ensino superior</a>, os cursos de Engenharia Aeroespacial e de Engenharia Física e Tecnológica, desta instituição, repartem o primeiro lugar desta tabela, com uma média de 18,52 valores.</p>
<p class="selectionShareable"><a href="http://www.dn.pt/DNMultimedia/DOCS+PDFS/Concurso%20Nacional%20de%20Acesso.pdf" target="_blank">Veja a lista completa de colocados</a>:</p>
<p>http://www.dn.pt/DNMultimedia/DOCS+PDFS/Concurso%20Nacional%20de%20Acesso.pdf</p>
<p>A Universidade do Porto inscreve um dos seus cursos no terceiro lugar mas, curiosamente, não é o de Medicina. A distinção cabe à Engenharia de Gestão Industrial.</p>
<p class="selectionShareable">O curso de Medicina desta universidade é, no entanto, o melhor dessa área e o quarto melhor a nível de exigência no acesso, com a média de 18,40 valores. E é também da mesma instituição, através do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar, o segundo melhor curso de Medicina e o quinto melhor da tabela global.</p>
<p class="selectionShareable">Neste ranking da exigência, a Universidade do porto continua a ser a força dominante com a sexta posição do curso de Bioengenharia, cuja média do último colocado foi de 18,2 valores.</p>
<p class="selectionShareable">Entre os 10 primeiros, apenas o curso de Medicina da Universidade do Minho (18,17 valores), no oitavo lugar, e Medicina da Universidade de Coimbra (17,98), no décimo, contrariam a hegemonia das universidades de Lisboa e do Porto.</p>
<p class="selectionShareable">De referir que, no extremo oposto da tabela, quase 40 cursos permitiram entrada com médias inferiores a 10 valores (o mínimo aceite é a média de 9,5). Houve ainda várias dezenas de cursos que não colocaram qualquer candidato ou não chegaram ao mínimo para abrir uma turma.</p>
<p>Fonte: Dn.pt</p>
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		<title>Final do ano letivo 2015-2016 com mudanças previstas a partir de setembro</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Jun 2016 16:03:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Nivel Superior]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O que mudou no sistema educativo com o ministro Tiago Brandão Rodrigues? Como será o ano letivo de 2016-2017? Aqui &#8230;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<h5><strong>O que mudou no sistema educativo com o ministro Tiago Brandão Rodrigues? Como será o ano letivo de 2016-2017?</strong></h5>
<h5><strong>Aqui fica um resumo dos principais assuntos da atualidade educativa.</strong></h5>
<p>Foram mudanças assinaláveis nas políticas educativas do anterior Governo: o fim dos exames nacionais e dos cursos vocacionais. Setembro promete novidades em assuntos como a educação de adultos, a flexibilização do currículo, as dificuldades de aprendizagem ou os apoios às incapacidades permanentes. Com o início das aulas espera-se também o arrastar de algumas polémicas.<br />
Tiago Brandão Rodrigues estrou-se na educação com o anúncio do fim dos exames nacionais no 4.º e 6.º anos. O ano letivo encerra com o ministro a explicar ao país por que não são necessários tantos contratos de associação. Com a tomada de posse do XXI Governo constitucional, o ano letivo de 2015-2016 mudou de rumo. As novas orientações educativas anunciam a possibilidade de as escolas definirem 25% do currículo. Metas curriculares mais curtas. E alterações nos programas anteriormente definidos por Nuno Crato.</p>
<p>No início de junho, cerca de 175 mil alunos do 2.º, 5.º e 8.º anos fizeram as provas de aferição nas disciplinas de Português e Matemática. E testaram pela primeira vez o novo modelo de avaliação que pôs fim aos exames nacionais do 4.º e 6.º anos. Aplicando um regime transitório, o Ministério da Educação (ME) deixou às escolas a decisão se faziam ou não as provas, e 57% optaram por fazer.</p>
<p>No próximo ano não haverá exceções. Quem fez as provas quase nem percebeu que não contavam para nota. As perguntas mantêm a mesma exigência. Até porque o objetivo é ajudar as escolas a perceberem se existem lacunas nos conhecimentos dos alunos. Para, depois, melhorarem as aprendizagens.</p>
<p>De visita ao país para discursar na conferência “Currículo para o Século XXI: competências, conhecimentos e valores numa escolaridade de 12 anos”, promovida pelo ME, Andreas Schleicher, diretor do departamento de Educação e Competências da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) e responsável pelos testes PISA, partilhava ao semanário Expresso a sua avaliação sobre os resultados obtidos em Portugal.</p>
<p>“Se olharmos para os dados do PISA, os alunos portugueses tendem a ter boas prestações em tarefas que exigem uma reprodução dos conteúdos ensinados na escola. Mas não são tão bons ao nível da aplicação criativa dos conteúdos. Nesse sentido, as escolas portuguesas ainda não fizeram a transição do século XX para o século XXI”, frisa Schleicher, reconhecendo, no entanto, que, “de forma muito positiva, Portugal registou desde 2000 uma das melhorias mais acentuadas entre todos os países da OCDE.”</p>
<p>O ano letivo fica marcado pelos resultados do inquérito internacional da Organização Mundial de Saúde (OMS).  Os dados recolhidos em 2014 mostram que os adolescentes portugueses são dos que menos gostam da escola, os que mais acusam a pressão das aulas e pior se autoavaliam.</p>
<p>O “Health Behaviour in School-aged Children” foi realizado em 42 países e regiões da Europa e da América do Norte e teve como foco os hábitos e comportamentos das crianças e dos jovens na escola. Em Portugal foram inquiridos 6026 alunos com idades de 11, 13 e 15 anos a frequentarem o 6.º, 8.º e 10.º anos de escolaridade.</p>
<p>Mas “afinal o que pode ser mudado nas escolas para que estas (e o processo de aprendizagem) se tornem mais atrativos para os alunos?” A pergunta foi colocada pelo jornal Público, em abril, a seis jovens entre os 16 e os 20 anos, a propósito deste inquérito da OMS. As respostas não surpreendem. Os alunos portugueses querem “ter voz nas aulas”, mais diálogo e relações de confiança com os professores.</p>
<p>Dizem ainda sentir falta de aulas onde possam debater temas do seu interesse. Pedem que se utilizem mais as novas tecnologias das aplicações, dos tablets e dos smartphones. E não “as desgastadas apresentações multimédia” que para eles, não são já assim tão novas. Os mais ambiciosos falam na necessidade de criar planos curriculares baseados nos seus talentos e interesses. Ou, então, currículos menos rígidos, onde possam escolher as disciplinas.</p>
<p>E os professores, o que pensam das aulas, da escola e do sistema educativo? Em fevereiro um estudo do Instituto Superior de Psicologia Aplicada (ISPA) mostrava algum desgaste na classe docente. Em cerca de mil professores a darem aulas no 2.º e 3.º ciclos e no ensino secundário, 30% revelavam estar em burnout. O que significa em estado de exaustão emocional e sem qualquer sentimento de realização profissional.</p>
<p>Em abril, mais de 30 mil professores respondiam a um outro inquérito, desta vez realizado pelo ME, para recolher opiniões sobre a exequibilidade e coerência de metas curriculares e dos programas. Apesar de a Direção-Geral não ter concluído a avaliação aos dados por disciplina, uma preocupação percorria todos os grupos de recrutamento, revelou ontem o secretário de Estado</p>
<p>Em janeiro, o ME anunciava que ia analisar a rede de oferta educativa do setor público e privado com o propósito de garantir que não houvesse duplicação de oferta. Em maio eram conhecidos os resultados dessa análise e instalava-se a polémica: a sobreposição das redes ditava a redução de 656 para 273 no número de turmas com contratos de associação subsidiadas atualmente pelo Estado.</p>
<p>Assim, no ano letivo de 2016-2017 apenas 40 dos 79 estabelecimentos de ensino com contratos de associação vão poder abrir novas turmas no 5.º, 7.º e 10.º anos de escolaridade. Pelo facto de estas sim, segundo o ME, atenderem às necessidades educativas não supridas pela rede de escolas públicas, tal como está previsto na lei.</p>
<p>Era precisamente isto que se lia em 20 de maio no aviso de abertura de concurso para extensão dos contratos de associação em vigor publicado na página da Internet da Direção-Geral da Administração Escolar (DGAE).</p>
<p>Entre estudos e pareceres, o Conselho Nacional de Educação (CNE) teve uma atuação bastante ativa no ano letivo que agora termina. No estudo “Organização Escolar: As Turmas”, o CNE debruçou-se sobre a distribuição de recursos nas escolas, para chegar à conclusão que existe uma “profunda desigualdade”.</p>
<p>Desigualdade que se vê não apenas entre regiões, mas também entre diferentes ciclos de ensino, ou entre o ensino regular e modalidades especiais de ensino e ainda no cumprimento de alguma legislação, nomeadamente em matéria de necessidades educativas especiais (NEE). O CNE aconselha, por isso, a que sejam as direções das escolas a tratar da distribuição de recursos tendo em conta as características dos alunos, as estratégias e os projetos educativos.</p>
<p><b>O que esperar para 2017?</b><br />
As escolas vão ter autonomia para poder definir 25% do currículo lecionado aos alunos. E escolher, por exemplo, se dão menos horas letivas a Inglês ou mais a História ou menos às Expressões e mais a Educação Física. A possibilidade de cortar, acrescentar, gerir tanto o tempo como a matriz do currículo, foi anunciada pelo secretário de Estado da Educação, João Costa à margem da conferência Currículo para o Século XXI: competências, conhecimentos e valores, numa escolaridade de 12 anos na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa.</p>
<p>Acaba o regime transitório da avaliação externa. O que significa que as provas de aferição do 2.º, 5.º e 8.º anos de escolaridade passam a ser obrigatórias e universais a partir deste ano letivo. O novo modelo integrado de avaliação para o Ensino Básico prevê ainda o alargamento das provas de aferição a outras disciplinas, além do Português da Matemática e do Estudo do Meio (no 2.º ano).</p>
<p>É também o fim dos cursos de ensino vocacional dirigidos aos alunos com insucesso escolar e que, atualmente, são uma opção para 25 mil alunos do Ensino Básico. Tiago Brandão Rodrigues recusa o que designa ser uma “seleção precoce” dos alunos. Em alternativa, o ME propôs a criação de um novo sistema de tutorias – com quatro horas por semana e dirigidos a grupos de dez alunos. E que funcionarão como um complemento ao currículo normal. O objetivo é apoiar os alunos com dificuldades de aprendizagem no estudo e na sua relação com a escola.</p>
<p>O novo sistema começa já em setembro, mas será apenas dirigido aos alunos do 2.º e 3.º ciclos com idades a partir dos 12 anos que tenham chumbado duas ou mais vezes. Quanto aos alunos que neste momento ainda frequentam os cursos vocacionais, vão poder continuar neles até ao fim do ciclo correspondente. Só não vão abrir novas turmas em início de ciclo: no 5.º e no 9.º anos.</p>
<p>A partir do próximo ano letivo, as crianças e jovens com incapacidades permanentes voltam a ter apoios especializados. Para que isso aconteça, os grupos parlamentares do Partido Socialista (PS), Bloco de Esquerda (BE) e Partido Comunista Português (PCP) votaram em meados de maio um projeto de resolução em que recomendam ao Governo que revogue um protocolo de 2013, assinado entre a Direcção-Geral dos Estabelecimentos Escolares e o Instituto de Segurança Social (ISS).</p>
<p>Segundo aqueles partidos, esse protocolo terá levado a que milhares de crianças tenham ficado sem os apoios de que necessitam. Tudo porque as suas famílias terão deixado de receber o subsídio de educação especial (SEE) no valor de 3 mil euros, com o qual pagavam algumas terapias e apoios não facultados pelas escolas.</p>
<p>No quotidiano das escolas surgem outras mudanças, nomeadamente nos critérios de atribuição de horas extras pagas às escolas para o reforço das aprendizagens dos alunos. Os créditos horários passam a ser decididos em função do número de alunos. E deixam de ser considerados outros critérios como os resultados obtidos na avaliação feita pelos professores e nos exames, a percentagem de alunos que passam de ano e a redução do abandono escolar precoce.</p>
<p>O corte no financiamento dos colégios privados com contratos de associação continuará a marcar a agenda educativa no início do próximo ano letivo. Os 79 estabelecimentos de ensino em causa, mesmo os 21 que vão poder abrir novas turmas, ameaçaram levar o ME a tribunal.</p>
<p>A Associação de Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo (AEEP) diz que o preço a pagar pelos cortes será ainda maior. Por um lado, Rodrigo Queiroz e Melo, presidente da AEEP, estima que as escolas públicas possam vir a receber 9811 alunos e a gastar 22 milhões de euros na contratação de novos professores, já este ano. Por outro, garante que dos cofres da Segurança Social poderão sair mais 16 milhões de euros em subsídios de desemprego.</p>
<p>Também na educação e formação de adultos se aguardam algumas novidades. Está prevista a criação de um novo programa para dar continuidade ao antigo “Novas Oportunidades”, popularizado durante o Governo de José Sócrates. O Programa Integrado de Educação e Formação de Adultos foi anunciado por Tiago Brandão Rodrigues, em março, numa conferência de imprensa realizada no final de um Conselho de Ministros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Educare.pt</p>
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		<title>ISEP.CHALLENGE 2016</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jun 2016 15:42:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Nivel Superior]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Aqui está uma excelente oportunidade para estudantes e recém-diplomados interessados em empreendedorismo. E é já amanhã. O Instituto Superior de Engenharia &#8230;</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Aqui está uma excelente oportunidade para estudantes e recém-diplomados interessados em empreendedorismo. E é já amanhã.</strong></p>
<p>O Instituto Superior de Engenharia do Porto (ISEP) promove a terceira edição do ISEP.Challenge no dia 4 de junho. Este evento de empreendedorismo desafia os participantes a resolverem em equipa um problema de gestão, estimulando o desenvolvimento de competências de liderança, comunicação e trabalho em equipa. Hyundai e Thing Pink são as empresas convidadas este ano.</p>
<p><strong>ISEP.Challenge 2016</strong></p>
<p>ISEP | I204 e I201</p>
<p>4 JUN | 09:30 – 18:00</p>
<p>O ISEP.Challenge possibilita aos participantes oportunidades de <em>networking</em> com empresas. Ao longo de um dia, os participantes são agrupados em equipas de quatro ou cinco elementos e recebem dois desafios – um de cada empresa – que terão de resolver em 90 minutos e fundamentar a solução proposta durante uma apresentação de 3-5 minutos.</p>
<p>O júri, constituído por elementos do núcleo de empreendedorismo ISEP.Start, docentes do ISEP e pelas empresas convidadas, votará a melhor equipa, no conjunto das duas soluções apresentadas.</p>
<p>“Esta é uma excelente oportunidade para estudantes e recém-diplomados interessados no empreendedorismo, já que é essencial que os líderes das empresas não só sejam bons técnicos, mas também sejam capazes de dar resposta aos mais diversos desafios da gestão, ao nível estratégico e operacional”, indica Andreia Gama, por parte da organização.</p>
<p>A docente do ISEP e coordenadora do ISEP.Start destaca como mais-valias desta iniciativa o contacto com a realidade empresarial e decisões com que se deparam na sua atividade. “A capacidade de <em>‘problem solving’</em>, de trabalho em equipa e o desenvolvimento de competências de comunicação em público são essenciais para o futuro profissional dos nossos estudantes”, acrescenta.</p>
<p>Em jeito de conclusão, Andreia Gama declara: “Os estudantes vivem neste dia uma experiência totalmente nova, com um formato diferente daquele a que estão habituadas nas aulas. Por parte das empresas esta é uma oportunidade para contactarem com os estudantes e conhecerem melhor as suas competências e capacidades. Por outro lado, terão acesso a soluções novas, de um público diferente dos colaboradores que no dia-a-dia trabalham na empresa.”</p>
<p><a class="text-underline     textGreen&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;<br />
" href="http://www2.isep.ipp.pt/isepstart/"><strong>INSCRIÇÕES</strong></a></p>
<p><strong>Organização</strong></p>
<p>ISEP.Start (<a class="text-underline     textGreen&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;<br />
" href="mailto:isep.start@isep.ipp.pt">isep.start@isep.ipp.pt</a>)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: ISEP notícias</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Curso B-Learning de Formação Pedagógica Inicial de Formadores</title>
		<link>https://www.nivelsuperior.com/web1/nova-turma-curso-lingua-inglesa-relacoes-laborais-2-2/</link>
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		<pubDate>Tue, 26 Apr 2016 14:19:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Nivel Superior]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Formações]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Promoção Seja Formador! Curso em B-learning 150€ (isento de IVA) Início: 11 de Maio 2016 Duração: 90 Horas (apenas 6 sessões presenciais &#8230;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://www.nivelsuperior.com/web1/nova-turma-curso-lingua-inglesa-relacoes-laborais-2-2/">Curso B-Learning de Formação Pedagógica Inicial de Formadores</a> aparece primeiro no <a rel="nofollow" href="https://www.nivelsuperior.com/web1">Nível Superior</a>.</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Promoção Seja Formador! Curso em B-learning 150€ </strong>(isento de IVA)</p>
<ul class="list-unstyled no-margin-bottom">
<li><strong>Início</strong>: 11 de Maio 2016</li>
<li><strong>Duração</strong>: 90 Horas (apenas 6 sessões presenciais em horário pós laboral)</li>
<li><strong>Habilitações mínimas:</strong> 9º ano de escolaridade</li>
<li><strong>Idade:</strong> igual ou superior a 18 anos de idade</li>
<li><strong>Localização</strong>: Instalações do Nível Superior</li>
</ul>
<p><strong>Curso homologado pelo IEFP para obter o CCP (ex CAP) de Formador.  </strong></p>
<p>Oferecemos facilidades de pagamento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><style> #button9788{} #button9788:hover{}</style><a target="_self" id="button9788" class="button " href="http://goo.gl/pOrSXN"> Inscreva-se aqui! </a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Não perca esta oportunidade</strong>, contacte-nos por e-mail ou telefone (964 425 214 / 228 314 057).</p>
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